Antigamente algumas coisas só funcionavam na internet através de plugins, pois os navegadores não tinham tecnologia suficiente para fazê-las funcionar. Com o passar do tempo, tecnologias nativas foram aparecendo e os plugins antigos viraram alvos constantes de ataques. Por isso, o Google Chrome vai dar um basta em alguns deles.
Estamos falando dos plugins baseados na API do Netscape (NPAPI). Para quem não se lembra, o Netscape foi um dos navegadores que popularizou a internet como conhecemos. Alguns desses plugins quase não são mais usados, graças às novas tecnologias.
O Google diz que a utilização de alguns dos plugins que vão ser desativados por padrão foi bem baixa no último mês:
- Silverlight: 15% dos usuários, de acordo com dados anônimos
- Unity: 9.1%
- Google Earth: 9.1%
- Java: 8.9%, mesmo que já venha bloqueado por padrão por questões de segurança
- Google Talk: 8.7%
- Facebook Video: 6.0%
- Unity: 9.1%
- Google Earth: 9.1%
- Java: 8.9%, mesmo que já venha bloqueado por padrão por questões de segurança
- Google Talk: 8.7%
- Facebook Video: 6.0%
Lembrando que o Silverlight é uma tecnologia da Microsoft que o Netflix usa, apesar de já estarem estudando fazer o player em HTML5 – o que não é difícil, só é uma tecnologia aberta, o que permitiria às pessoas baixarem os vídeos. O Flash e o leitor de PDF não aparecem nessa lista porque não são baseados em NPAPI.
Apesar da Mozilla estar pronta para remover o suporte a esses plugins em dezembro de 2013, o Google Chrome vai fazer isso por partes. Primeiro apenas desabilitar por padrão – mas os usuários ainda poderão reabilitar – e, no fim de 2014, remover o suporte totalmente.
Tem ainda alguns apps na Chrome Webstore que usam NPAPIs. Eles não serão mais aceitos, e pede-se que os desenvolvedores usem algumas das tecnologias alternativas já disponíveis no mercado, como NaCl, Apps, Native Messaging API, e suporte nativo do navegador.
Com a medida, o Chrome espera ser um navegador ainda mais seguro, estável e leve.














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